segunda-feira, 28 de março de 2011
As novas confissões do Greg
Nesse seu novo diário são tão hilariantes como no diário anterior. Dessa vez a sua casa é mais abordada do quê o colégio, sendo que o foco deste livro é seu irmão mais velho, o Rodrick. Greg narra e ilustra todas as suas brigas com o irmão mais velho, e todo o seu desejo de vingança reprimida. Greg não pode revidar as opressões que sofre de Rodrick e tão pouco denunciá-las pelo fato do irmão ter conhecimento do seu pior segredo. A trama excluiu personagens legais da trama anterior, mas novos personagens surgiram, o que acabou compensando. Eu acho que o livro prosseguiu no mesmo ritmo, mas não creio que o clímax do “segredo” tenha superado o do “queijo”. Outro fator que me faz ainda preferir o primeiro livro é o fato de esse ter um final meio confuso e vago... Achei bom, mas ainda sim fico com o primeiro!
ADORÁVEL!
O diário do Greg... Perdão!
O livro de memórias do Greg é uma historia simples e hilariante.
Enquanto eu lia tinha alguns flashbacks da minha infância, e ri muito tentando imaginar como séria meu diário de criança se eu seguisse os mesmos padrões humorísticos e desenhos tão bem relacionados ao texto como os de o “Diário de um Banana”.
Greg é um garoto que ao ganhar o diário de presente da mãe decide registrar suas memórias para tirar algum proveito disso num futuro distante. No diário estão registrados os acontecimentos mais importantes do ano de Greg ao lado de seu amigo Rowley. A trama do queijo é muito hilariante e acaba gerando todo o clímax do livro. Os momentos com a família é ao mesmo tempo típico e inovador. Devorei o livro, e recomendo aos leitores assistirem o filme, que por sinal é muito bom!
Ah! EPA NENEM!
Tão pequeno, mas com tanto potencial...
Comprei o livro no intuito de matar minha saudade de Percy e seu universo, mas acabou tendo um efeito colateral. Histórias tão pequenas, que só acabaram agravando essa saudade que apodera o meu peito.
O primeiro grande desafio de ler este livro é conseguir identificar em que período da saga Percy Jackson e os olimpianos cada história é contada.
A primeira história, Percy Jackson e a Quadrica Roubada, tenho em mim que se passe após “o Ladrão de Raios” ou possivelmente após “o Mar de Monstros”, a julgar pela relação de Clarisse com Percy. Neste primeiro conto, Percy deve ajudar Clarisse a resgatar a quadrica de Ares, uma espécie de carruagem que pertence ao deus da guerra. O problema é que a quadrica foi roubada por Deimos ( deus do pânico) e Phobos ( deu do temor) que também são filhos de Ares, tipo comportamento de irmãos mais velhos. Eles precisam recuperar a quadrica antes do por do sol, caso contrário, Clarisse ficará bastante encrencada com o pai. Gostei de ver Percy trabalhar em equipe com ela, nessa história Riordan fez um trabalho mais aprofundado da transformação afetiva desses dois personagens. E simplesmente adorei os novos deuses, só que achei a história muito curta!
O segundo conto, Percy Jackson e o Dragão de Bronze, deve se passar após “o Mar de Monstros”, mas se nos dermos falta de Thalia, provavelmente seja após “a Maldição do Titã”, pois depois do terceiro livro da série ela se torna uma caçadora e deixa o acampamento, o que justifica sua ausência. Isso mesmo! Essa história se passa no acampamento meio-sangue, enquanto ocorre uma das caças a bandeira! E minha opinião, este é conto mais divertido dos três, pois nos exibe um jogo onde os garotos se atraem e se opõem pelas garotas... Vou explicar: Percy e Beckendorf estão no mesmo grupo, já Annabeth e Silena estão na equipe oposta, enquanto todos lutam para ganhar o jogo, acabam topando com uma confusão tremenda, e também com um autômato, o dragão de bronze que nos livros da série guarda o velocino de ouro. O final dessa história é completamente hilário!
Após as duas primeiras histórias paralelas, surgem as entrevistas aos personagens. Pensei que seria algo tolo, mas me surpreendi, pois ri e aprovei os depoimentos de Connor e Travis, de Clarisse, de Annabeth, de Grover e de Percy.
Em seguida temos duas representações em desenhos, uma do mapa do acampamento, o que foi algo particularmente bom para mim, pois me situei sobre a localização de cada coisa. A segunda representação foi a mala aberta de Annabeth, mostrando o que ela guarda em seu interior, no meu ver, uma coisa totalmente fútil e desnecessária.
Logo após começa o terceiro conto, Percy Jackson e a Espada de Hades, que evidentemente se passa entre “a Batalha do Labirinto” e “o Último Olimpiano”. Se os outros fãs de Percy me permitem dizer, fiquei um pouco frustrado, pois senti que a trama desta história é incrivelmente mais rica e superior a do livro “a Maldição do Titã”. Percy, Thalia e Nico são os protagonistas de uma mesma trama, o que não chegou a acontecer na série de Percy. Caramba! Os filhos dos três grandes! Os três semideuses da grande profecia! Eles trabalham em equipe para recuperar uma nova arma dos deuses, espada de Hades. Segue basicamente um roteiro semelhante a de “o Ladrão de Raios”, onde a arma de um dos grandes é roubada e algo ruim acontecerá se o ladrão não for descoberto. A magnitude da trama se passa no mundo inferior. Eu amei, sem sombra de duvidas. Tio Rick deveria ter se dedicado mais nessa trama, ter incrementado mais personagens, mais perigo e confusão, para que a série “Percy Jackson e os Olimpianos” tivesse seis livros ao invés de apenas cinco. E confesso que esse seria um dos meus prediletos!
Ah! No meio da terceira história surge um raio-x com ilustração de oito personagens , não contam como pagina, são quase brinde. Mas não sei porque não gosto de ilustrações no meio do livro, me obriga a ver os personagens como está ilustrado, e não como minha mente fértil costuma idealizar. Mas fiquem tranquilos, não vou arrancar essa paginas não!
No final do livro há uns joguinhos estilo “passa-tempo”. Não gostei da iniciativa, pois acaba ridicularizando o livro, rebaixa ele um pouco a revistinha de banca de jornal.
Uma vantagem neste livro é que a capa é dura, e linda. A editora se aplicou dessa vez... Intrínseca, lança os livros de “Heróis do Olimpo” assim? Rsrsrs.
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Preparem-se para abrir mão de seus precedentes livros prediletos!
Seria o bastante dizer que este livro superou como nenhum outro minhas expectativas? Seria o bastante dizer que ele praticamente massacrou todo o respeito que eu tinha por “Harry Potter”? Que quase fez desaparecer todo o apreço que eu tinha por “Percy Jackson e os olimpianos”? Céus! Este livro é ainda melhor do que “O Hobbit”! Logo, não é o bastante eu dizer apenas isso, já que o livro se trata da perfeição em forma impressa.
Vamos começar bem do início... Eu era um garoto que odiava ler livros, grossos e então, nem pensar! Então como magia (e olha que eu já estou familiarizado com esse tema!) a saga Harry Potter surgiu para despertar meu amor pela leitura, J.K. Rowling conseguiu por meio do fantástico mundo relacionando a Hogwarts despertar o interesse por mundos ocultos nas paginas de livros. O triste disso é que Harry Potter logo chegaria o fim, e J.K. até então não lançou mais nada para aquietar meu coração ansioso por tramas.
Li em seguida “Coração de Tinta”, também relacionado à magia, fantástico! Mas nada que pudesse se igualar a trama extraordinária do menino-bruxo. Eu estava começando a achar que nada poderia superar a saga de Rowling quando ganhei o livro “O Senhor dos Anéis – A Sociedade do Anel”. Antes de começar a ler ele, descobri a existência de “O Hobbit” que inexplicavelmente se tornou meu livro predileto. Procurem entender, “Harry Potter” é uma saga perfeita, de forma que cada livro depende dos outros seis, “O Hobbit” não, ele não necessita da existência dos livros da trilogia “O Senhor dos Aneis”, ele é independente.
Acreditando que “O Hobbit” seria para sempre meu livro predileto, conheci um garoto de 12 anos, descolado como muitos outros de sua geração, ele se chamava Percy, e revolucionou minha forma de pensar. “Percy Jackson e os Olimpianos” entrou em minha vida como um raio, que me atingiu sem avisos e me contagiou por inteiro. Com ele descobri que a mitologia Grega é a coisa mais fantástica que eu posso ter acesso. Com cinco livros, a saga de Rick Riordan me fez renascer em relação à literatura. Rick apresenta a historia do ponto de vista do protagonista, o que faz parecer que ela é real, ele me fez acreditar sem esforço nenhum na existência dos deuses olimpianos, e lá estava eu, acreditando que nada mais fantástico e perfeito pudesse ser inventado por mente humana...
Por todo apreço, amor e consideração que passei a ter por Rick Riordan, logo encontrei uma forma de possuir “A PIRÂMIDE VERMELHA” o primeiro livro de sua nova saga “As Crônicas dos Kane”. O livro é narrado como uma gravação de voz, o que faz os acontecimentos parecerem ainda mais reais do que os de “Percy Jackson”. De dois em dois capítulos, os irmãos e protagonistas vão se revezando para registrar sua história.
Carter é um garoto de quatorze anos, desde a morte sua mãe ele vive com o pai, os dois não possuem um lar fixo, ficam vagando de país em país, inquietos, pois o pai dele é egiptólogo, e precisa viajar muito do Egito para museus espalhados pelo mundo. Carter não é o que podemos chamar de Adolescente normal, pois não tem amigos, não freqüenta colégio, e tem como únicos bens tudo que consegue guardar em uma única mala. Pode-se imaginar como ele ama a própria vida. Carter acabou se tornando minha fonte de ligação ao livro, pois me encontro em Carter e encontro Carter em mim. Somos tão parecidos que penso seriamente que eu posso estar abrigando Hórus. Rsrs.
Sadie é uma garota de doze anos que com a morte da mãe passou a viver com os avós maternos na Inglaterra. Freqüenta colégio, tem amigos, tem um lar e familiares, mas o que deseja mesmo é estar do lado do pai. Ela o vê apenas duas vezes ao ano, mas isso não é suficiente. Sadie tem um temperamento típico dos personagens femininos jovens criados por Rick, ela é temperamental e sarcástica. Mas a algo que a diferencia de todas as outras, ela nos consegue fazer rir amenos uma vez por capítulo, talvez seja ela o segredo para tamanho sucesso.
O pai de Carter e Sadie, o renomado egiptólogo Dr. Julios Kane aproveita a véspera de natal, uma das duas datas no ano que ele tem permissão de ver a filha, para levar os filhos ao museu. Esse não é o tipo de programa que adolescentes costumam cobiçar, mas quem liga para o que adolescente pensam ou deixam de pensar?! A verdade é que Julios tem um plano em mente, um plano arriscado que relacionasse a misteriosa morte de sua esposa. Ao explodir um importantíssimo artefato egípcio, Julios liberta cinco deuses da mitologia egípcia, um deles o seqüestra, é ai que a aventura começa.
A magia exibida neste livro é uma magia diferente da magia de “Harry Potter”. É algo menos teórico, é mais aventuroso, é mais perigoso, é muito mais intenso! E é com a parte relacionada à magia que este livro consegue supera os da saga de Rolling, acho que Harry abriria mão de sua Firebolt sem pensar duas vezes para poder criar uma única vez um avatar como Carter é capaz de criar. Em minha opinião, a mitologia Grega de Percy ainda é superior a mitologia Egípcia dos Kane, mas o que diferencia é que a egípcia foi mais bem trabalhada, melhor aproveitada, a trama é impecável. A aventura logicamente é eletrizante como se pode esperar de qualquer livro criado por Rick, mas ela também é agradável ao mesmo tempo, quase tão, ou superando então a grandiosidade e encanto emitido pela trama de “O Hobbit”.
Eu torço para que “A PIRÂMIDE VERMELHA” fique por pouco tempo sendo meu livro predileto, pois mais livros da série estão por vir, e espero que sejam ainda mais perfeitos e fantásticos que esse primeiro (se isso for possível, é claro!). Mas pelo que ando averiguando e suspeitando, “As Crônicas dos Kane” precisa continuar fime e forte nessa jornada para não perder o posto de soberana em meu intimo, pois Rick Riordan não descança e vem ao também com a saga “Os Heróis do Olimpo”, e pelo pouco que li já tenho uma enorme ciência de que a mitologia grega pode ainda passar a egípcia para trás, só depende do nosso gênio Riordam. Tolkien, Shakespeer e os irmãos Grimm que me perdoem, mas Rick humilha todos vocês.
A opinião de quem está lendo essa resenha pode ser contrária a essa, mas para mim: É Deus no céu, deuses gregos e egípcios nos livros e RICK RIORDAN na terra!
Sou eternamente grato Rick! ;D
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
"Nove corações leais vasculharão as profundezas..."
O ENIGMA DO FALSO BISPO dá continuidade a O ENIGMA DA SEXTA TORRE. Os leitores do misterioso livro de capa negra descobrem que o mesmo livro continua intacto, de forma que a magia que habita suas paginas prossegui tão forte ao ponto de interferir em suas vidas novamente, ao ponto de sequestrá-los! Desta vez a única pista do paradeiro dos raptados será uma parábola lançada por um misterioso bispo. Muito mais ação, muito mais mistério, muito mais suspense vai embalar essa nova trama, onde Nicássio Hyllas contará com a ajuda de Dorinho, Hiago, Juninho e de outros para tentar desvendar um enigma complicadíssimo.
O mistério não foi totalmente desvendado...
O portal se encontra em terreno sagrado...
Três sentinelas guardam a entrada e a saída...
Uma dezena correrá sério risco de vida...
Nove corações leais vasculharão as profundezas...
E se perderão em suas próprias incertezas...
As almas que se unirem, para a crosta retornarão...
E o espírito solitário se perderá na escuridão!
É véspera de natal, e então uma teoria é revelada, na opinião de Heitor Santana o livro negro da seita se reconstituiu. O misterioso bispo lança uma parábola complicadíssima para nossos heróis, e logo em seguida um desaparecimento em massa assombra a pequena cidadezinha.
O enigma é a chave para o paradeiro dos desaparecidos, então ele precisa ser desvendado o quanto antes. Para tornar tudo mais interessante, há uma nova profecia que se concretiza aos poucos.
Mais uma vez a lealdade é abordada, dessa vez ainda mais do que anteriormente. Os nossos heróis vão precisar enfrentar milhas de perigo, e ainda mais ameaças no fim de suas trajetórias, pois o que lhe aguardam não são apenas seus raptados amigos, mas também Odlavirod, o vilão soturno que retornou e deseja permanecer.
domingo, 29 de agosto de 2010
UM ANTÍDOTO CONTRA UMA PRAGA DENOMINADA "O CÓDIGO DA VINCI"

A primeira coisa que tenho a dizer sobre A CHAVE DE MICHELANGELO é que o livro se trata de um antídoto usado contra uma praga chamada O CÓDIO DA VINCI, embora as tramas sejam bem relativas. Enquanto Dan Brown segue um estilo mais ousado em desafiar o próprio cristianismo, S. U. Amorim possui um estilo mais conservador e respeitoso.
Para finalizar a comparação, preciso deixar bem claro que sem sombra de duvidas dou preferência à trama de Amorim, apesar de nunca ter lido O CÓDIGO DA VINCI, pois acho muito vulgar e supérfluo o tema apresentado por Brown.
Amorim é um autor que consegue descrever algo com uma riqueza de detalhes impressionante, e ainda consegue ao mesmo tempo impedir que seu livro caia em monotonia. Juro que me senti na história, na Inglaterra, no Cairo, no Vaticano, etc...
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APENAS LEIA O SEGUIMENTO CASO VOCÊ JÁ TENHA LIDO O LIVRO!
Os personagens parecem ser tão reais como a matéria que compõem as paginas do livro, fiquei tão apegado, que necessito dar ênfase a eles:
Mellina: É uma personagem encantadora, digna do cargo de protagonista. Muito religiosa e extremamente inteligente tem vital importância na trama, às vezes chega a ser irritante, mas todas as pessoas dotadas de muita inteligência por vezes irritam.
Douglas: Sendo um sargento norte-americano, eu sinceramente aguardava que ele tivesse mais ação na trama, ele ficou meio esquecido no decorrer da história, tendo como único triunfo desenterrar o livro de ouro na companhia de Jefrey. Os trechos românticos dele com Mellina foram muito bem escritos, juro que ficava tão encabulado quanto eles enquanto eu lia.
Lady Catherine: Ela é formidável, educada, rica e perspicaz, o tipo de idoso que desejamos encontrar em todos os livros que lemos. Adorei os trechos em que ela influenciava de forma discreta o relacionamento de Mellina com Douglas. Foi um personagem perfeitamente elaborado, uma maneira de explicar de que forma toda a aventura é financiada.
Jefrey: Esse personagem foi um desafio para mim, minha mente não conseguia de forma alguma imaginar um guarda-costas tão educado quanto ele. As atribuições físicas competiam contra as características do seu intimo... No principio da leitura, eu tinha que dar uma pausa para expulsar certa visão que vinha em minha mente, eu dizia a mim mesmo "ele não é um mordomo!", e em seguida prosseguia a leitura com sua imagem um pouco mais atlética predominando em minha mente. No final das contas, acabei me costumando e me apegando a ele, e vejo tal personagem como alguém que eu conheci na vida real.
Lucas Scalari: No princípio eu tinha certa aversão a ele, achava que se tratava de mais um policial semelhante aos do cinema norte-americano, que agem por impulso, que só fazem atirar e que são dependentes dos protagonistas para obterem sucesso. Eu estava completamente enganado a seu respeito! Muito inteligente e com certa noção religiosa, ele foi uma das maiores contribuições para o desenvolvimento da trama. No inicio do livro eu lia seus capítulos ansioso pelos capítulos do grupo de Mellina, antes do meio da leitura o quadro havia invertido. Em minha opinião é o segundo melhor personagem da trama! Apeguei-me tanto a ele que no fim fiquei indignado por ter sido Campbell quem pegou Jaina no colo, e quem disse "Você está salva, minha filha, você está salva!"... Acho que Lucas lutou tanto para resgatar a garota, que merecia tal privilégio.
Giuliano Colona: Eu tive certo receio em relação a ele, era quase evidente que ele tinha alguma ligação com os Filhos de Set, mas Amorim me fez desistir dessa idéia ao fazer Colona pedir aos policiais italianos que o ajudassem a resgatar a Lança do Destino, não sei explicar o motivo, mas passei a confiar nele. Surpreendi-me com o fato dele na realidade ser o próprio anticristo! Seu fim foi bem merecido!
Cardeal Sforza: Poxa vida! Eu jurava que ele seria um dos membros dos Filhos de Set! No final acabou sendo muito útil para os protagonistas. Realmente espero que ele seja o próximo papa! (rsrsrs)
Padre Campbel: Não que eu não gostasse dele, mas achei que ele teve muito destaque, acabou engolindo o espaço que em minha opinião deveria ter sido preenchido por Douglas.
Jaina (menina russa): Ela teve um papel primordial na história, mas por vezes fora esquecida, deixada de lado, gostei da idéia da vida de uma criança depender do desempenho dos protagonistas, torna tudo mais agonizante. Só acho que o autor deveria ter explorado mais ela. Fiquei apavorado no momento da morte de Giuliano, pois se o sangue real de Colona foi derramado, e Jaina sendo herdeira direta do rei Davi... Ela poderia abrigar Lúcifer! Mas graças a meu bom Deus, Amorim não desejou me matar do coração!
Paolo: Sem sombra de duvidas ele é o melhor personagem da trama. O tipo de parceiro que queremos para todo policial literário. Ele não tinha muito conhecimento sobre os assuntos, enquanto seu parceiro parecia ser o gênio do século, ao mesmo tempo que Paolo compreendia, compreendíamos com ele. Foi muito divertido desfrutar dos capítulos que continham Paolo, pois eu me apeguei tanto a ele que agora já estou ansioso para reencontrá-lo. Eu imaginava perfeitamente suas expressões faciais, toda vez que alguém revelava algo assustador... Era como se ele fosse a conexão entre eu e o livro. Em certos pontos eu me indignava com a pouca participação dele nos trechos decisivos, mas os últimos capítulos compensaram... Matar o anticristo com um único tiro não é para qualquer um não!
O livro é sim muito cativante, e prende o leitor. O único problema é que há história envolve muitas tramas distintas, que poderiam ser trabalhadas com mais precisão e separadas em livros diferentes, nos dando uma série magnífica.
Um tosco exemplo:
LIVRO 1: O LIVRO DE OURO / Que abordaria todo o principio da historia, incluiria o desvendar do enigma de Albert Raidech, narraria o encontro com o livro de ouro e a entrega dele para Giuliano Colona.
LIVRO 2: O FILHO DA LUZ / Onde o tema dos Filhos de Set e todas as conseqüências da seita seriam profundamente apresentado. Como as famílias poderosas interligadas, e todo o resto, até a morte de Giuliano Colona.
LIVRO 3: A ARVORE DA VIDA: / Onde seria narrada a expedição até a Antártida, e o encontro do éden e tudo mais. Mas de todos os livros, o que eu menos gostaria seria esse, pois não curti tanto essa parte da história, acho que eles deveriam ter destruído o mapa, e deixado o jardim no esquecimento. Não curti muito o anjo salvador não...
Tenho algumas perguntas, se alguém puder me responder, é só comentar!
- No primeiro capítulo, Jaina ver no teto de uma igreja uma representação geométrica em vermelho ligada á Harry Potter. Do que se trata?
- Giuliano Colona cita o roubo da Lança do Destino. Era só pra ganhar a confiança dos policiais italianos?
- O anjo deixou para Mellina uma desconhecida folha de arvore. E daí?
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Não quero que minha resenha seja vista como uma critica, pois só foi minha tola opinião.
+ Uma estrela pelo ótimo tema
+ Uma estrela por me levar a vários outros países
+ Uma estrela pelos ótimos personagens
+ Uma estrela por se tratar do melhor livro brasileiro que eu já li
- As vezes o livro confundia mais do que esclarecia.
LIVRO: MUITO BOM
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S. U. Amorim é esplendido, aguardo ansioso por mais livros de sua autoria. Principalmente se tal livro for protagonizado por Lucas e Paolo! *-------*
INCRIVELMENTE IDÊNTICO AO FILME

O conto magnífico de quatro irmãos que descobrem a passagem secreta para outro mundo, ao entrar em um guarda roupa, isso basta... Já é fantástico!
A aventura de Pedro, Suzana, Edmundo e Lúcia é repleta de magia do principio ao fim, não tem como não se apaixonar!
Se eu houvesse lido o livro para depois assistir o filme, eu acharia perfeito, pois veria com meus olhos tudo que minha mente imaginou... Mas como assisti o filme primeiro, enquanto eu lia, tinha a estranha sensação de já ter lido aquele livro, isso devido ao fato do filme ser tão fiel a história de C.S. Lewis. Se você não leu e nem assintiu o filme ainda, recomendo que leia primeiro, pois será mais gratificante.
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